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22 de maio de 2012

GEORGE TASSO NÃO MERECIA O QUE JOÃO BOSCO SÁ VALENTE FEZ COM ELE


Por Antônio Zacarias - No último dia 8, o Tribunal de Justiça do Amazonas rejeitou denúncia feita pelo procurador de Justiça João Bosco Sá Valente contra o secretário de Governo do Amazonas, advogado George Tasso.
Valente (sinceramente não vejo, nesse caso, valentia alguma, e sim...) acusava Tasso de falsidade ideológica. Segundo ele, Tasso teria mentido ao declarar, quando dirigia a Secretaria de Política Fundiária, na gestão de Eduardo Braga, que não havia terra pública na área ocupada pelo condomínio Alphaville, na Ponta Negra.
Com suas ações, ideias e atuações, George Tasso
sempre lutou por uma vida mais digna
para todos (Foto: Reprodução / Internet)
Garanto a vocês (e, se estiver sendo leviano, que Deus faça recair sobre mim toda a sua ira) que a declaração emitida por George Tasso refletia a mais pura verdade. 
Afirmo isso porque tive acesso a documentos que atestam, com todas as letras, que não existe sequer um grão de areia público no terreno onde foi erguido o Alphaville. Um desses documentos é uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) tomada na década de 1990. 
Aí você me pergunta:
“O procurador João Bosco Sá Valente também teve acesso a tais documentos?”. 

Sim, teve. 
Se Sá Valente conhecia o teor dos documentos, como estou dizendo, você obviamente vai querer saber por que então ele denunciou o secretário George Tasso?
Com efeito, é uma boa pergunta. Cuido que Sá Valente teve razões que a própria razão desconhece.


Verdade é que estavam em jogo interesses do empresário amazonenses José de Souza Nascimento, o Zeca Nascimento, cuja fortuna pessoal é uma das maiores do Brasil. Nascimento brigava com a família Loureiro pela posse do terreno do Alphaville.
Derrotado na Justiça (daqui e de Brasília), que reconheceu o título de propriedade da família Loureiro como legítimo, Zeca Nascimento atribuiu a derrota ao fato de George Tasso ter emitido a declaração a que nos referimos no segundo parágrafo deste texto. E aí resolveu recorrer ao procurador João Bosco de Sá Valente. 
Acompanho a vida e a trajetória política de George Tasso há mais de três décadas, quando ele, com apenas 18 anos de idade, ingressou no PCdoB amazonense. Nessa época, eu era repórter do hoje extinto jornal “A Notícia”, do jornalista Andrade Neto.
Tasso é – e sempre foi – um grande caráter, amante incondicional da honestidade e da transparência.
Com suas ideias e ações sempre procurou contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, mais humana e mais igualitária.
George Tasso, portanto, não merecia o que João Bosco Sá Valente fez com ele.

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